sexta-feira, setembro 29, 2006

Picasso



Les Demoiselles d´Avignon

3 comentários:

Frisco disse...

Pablo Ruiz Picasso (Málaga, 25 de Outubro, 1881 — Mougins, 8 de Abril, 1973) foi reconhecidamente um dos mestres da Arte no século XX.

É considerado um dos artistas mais famosos e versáteis do mundo todo, tendo criado milhares de trabalhos, não somente pinturas mas também fez esculturas, cerâmica, enfim, usou todos os tipos de materiais.

Nasceu na Andaluzia (Espanha) e recebeu o nome completo de Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno Crispín Crispiniano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso, filho de Maria Picasso López e José Ruiz Blasco.
O pai era professor de desenho, portanto o óbvio talento de Picasso foi reconhecido desde cedo e, aos quinze anos, tinha já o seu próprio ateliê.

Após um falso início como estudante de arte em Madrid e um período de boêmia em Barcelona, Picasso fez a sua primeira viagem a Paris em outubro de 1900. A cidade continuava a ser a capital artística da Europa e foi lar permanente do artista desde abril de 1904, quando ele se mudou para o prédio apelidado de Bateau-Lavoir (Barco-Lavanderia), em Montmartre, a partir daí o novo centro da arte e da literatura vanguardista.
A mudança de estado de espírito pode ter se originado em parte pela sua ligação com Fernande Olivier, seu primeiro grande amor. Na vida de Picasso, as mulheres e a arte estão inexplicavelmente misturadas, o surgimento de uma nova mulher freqüentemente sinalizava uma mudança de direção artística.
A mudança de estado de espírito pode ter se originado em parte pela sua ligação com Fernande Olivier, seu primeiro grande amor. Na vida de Picasso, as mulheres e a arte estão inexplicavelmente misturadas, o surgimento de uma nova mulher freqüentemente sinalizava uma mudança de direção artística.

Embora os trabalhos de Picasso estivessem começando a ter sucesso comercialmente, ele decidiu abandonar seu estilo "Rosa". Em 1907, inspirado pelas esculturas ibérica e africana, pintou Les Demoiselles d'Avignon, um dos grandes trabalhos liberadores da arte moderna. Divertindo-se com uma nova liberdade pictórica, Picasso, junto com o pintor francês Georges Braque, criou o Cubismo, em que o mundo visível era desconstruído em seus componentes geométricos. Este foi comprovadamente o momento decisivo em que se estabeleceu um dogma fundamental da arte moderna - o de que o trabalho do artista não é cópia nem ilustração do mundo real, mas um acréscimo novo e autônomo. Graças ao Cubismo, a liberdade do artista estendeu-se também aos materiais, de foram que os meios tradicionais como a pintura e a escultura puderam ser suplementados ou substituídos por objetos colados nas telas, ou "montagens" de itens construídos ou "achados".
Ao contrário de alguns contemporâneos seus, Picasso nunca chegou a criar uma arte puramente abstrata. De fato, sua versatilidade o mantinha um salto adiante de seus admiradores, muitos dos quais se surpreenderam quando ele voltou a pintar figuras mais convencionais e depois, no início da década de 1920, desenvolveu um estilo neoclássico monumental. Coincidentemente ou não, em 1918 se casara com a bailarina Olga Koklova, e adotara um estilo de vida exageradamente próspero e respeitável - mas que ele achava cada vez mais aborrecido.

Em 1925, Picasso começou a pintar formas deformadas, violentamente expressivas, que eram em parte uma resposta às suas dificuldades pessoais. A partir desta época, seus trabalhos se tornaram cada vez mais multiformes, empregando - e inventando - uma variedade de estilos como nenhum outro artista havia tentado antes. Foi também um escultor criativo (algumas autoridades o consideram o maior expoente da arte no século 20), e mais tarde dedicou-se à cerâmica com grande entusiasmo. Em qualquer veículo que se expressasse, sempre foi imensamente prolífero, criando em toda a sua vida milhares de obras.
No final da década de 1930, quando o impulso criativo de Picasso parecia finalmente estar enfraquecendo, os acontecimentos o levaram a criar o seu quadro mais famoso: Guenica. Esta obra foi uma resposta aos horrores da Guerra Civil Espanhola. o conflito começou em julho de 1936 com um golpe militar liderado pelo General Francisco Franco, representando os elementos fascistas, tradicionalistas e clericais do país, contra a República Espanhola e seu governo eleito da Frente Popular (centro-esquerda).

Ao estourar a guerra, Picasso imediatamente declarou seu apoio à República, levantando enormes quantias em prol da causa e aceitando pintar um grande mural para o pavilhão espanhol na Exposição Internacional de 1937, em Paris. Ainda não havia começado quando soube que, em 26 de abril de 1937, aviões nazistas, enviados por Hitler para ajudar Franco, tinham bombardeado e arrasado a cidade de Guernica. Picasso pôs-se imediatamente a trabalhar nos esboços preliminares para Guernica e depois pintou a enorme tela em cerca de um mês (maio/junho de 1937). Ela foi a expressão máxima não só do sofrimento espanhol como do impacto devastador dos armamentos modernos de guerra sobre suas vítimas em todas as partes do mundo.

Apesar de tudo, os republicanos perderam a guerra civil, e Picasso ficou exilado da sua terra natal para o resto da sua longa vida. Durante a segunda Guerra Mundial, ele ficou na Paris ocupada pelos alemães, proibido de expor mas sem que ninguém o molestasse seriamente.
Depois da libertação de Paris, Picasso ingressou no Partido Comunista, e durante alguns anos certas obras suas foram declaradamente políticas; mas ele era também uma celebridade internacional, residindo na região onde os ricos iam se divertir no sul da França. Em seguida a uma série de ligações amorosas, ele finalmente casou-se pela segunda vez, agora com Jacqueline Roque, em 1961 e levou uma vida cada vez mais retirada. Artisticamente prolífero até o fim da vida, morreu aos 91 anos em 8 de abril de 1973.
(pintoresfamosos.com.br)

Frisco disse...

Nicanor Parra (n. San Fabián de Alico, Chile, 5 de septiembre, 1914), antipoeta chileno.

Parra es considerado el creador de la antipoesía, una expresión literaria que rompe con los cánones tradicionales de la lírica. Una de sus obras más reconocidas es Poemas y Antipoemas, donde remplaza una sintaxis cuidada y metafórica por un lenguaje cotidiano y directo, que busca hacer cómplice al lector.

Nicanor Parra es miembro de una familia de reconocidos artistas populares en Chile, entre ellos Roberto, Violeta y Eduardo ("Lalo").

BiografĂ­a
Hijo de Nicanor Parra y Rosa Clara Sandoval Navarrete, crece en un ambiente artístico. Desde pequeño alternó su residencia entre Santiago, Lautaro, Ancud y Chillán.

En 1927 ingresó en el Liceo de Hombres de Chillán, donde cursó hasta el Quinto Año de Humanidades. En 1932 huyó de casa rumbo a Santiago, donde cursó el último año de educación secundaria en el Internado Nacional Barros Arana, gracias a una beca de la Liga de Estudiantes Pobres. Ahí conoció a Jorge Millas, Luis Oyarzún y Carlos Pedraza, con los cuales tuvo gran afinidad artística. El año 1933, el poeta ingresó al Instituto Pedagógico de la Universidad de Chile con el fin de estudiar Matemáticas y Física. También tomó Ingeniería, Derecho e `Inglés], pero pronto los abandonó. Financió sus estudios desempeñándose como inspector del INBA y fue allí cuando en 1935 publicó su primer anticuento llamado "Gato en el camino" en la Revista Nueva (publicación que fundó junto a Millas y Pedraza). El relato circuló entre los inspectores, profesores y alumnos del Internado.

Egresó del Instituto Pedagógico en 1937, para desempeñarse como profesor de matemática y física en el Liceo de Hombres de Chillán. El mismo año publica Cancionero sin nombre, su primer libro de versos, donde dejó entrever huellas de la poesía de García Lorca, aunque ya por entonces ensayaba su teoría de la antipoesía. En 1938 es galardonado con el Premio Municipal de Santiago y se gradúa de licenciatura en Ciencias Físicas y Matemáticas en la Universidad de Chile.

En 1943 viaja a Estados Unidos a estudiar mecánica avanzada en la Brown University mediante una beca del Institute of International Education. Regresa en 1946 incorporándose a la Universidad de Chile como profesor titular de Mecánica Racional. En 1948 es nombrado Director Interino de la Escuela de Ingeniería de la Universidad de Chile. En 1949 parte a Inglaterra gracias a la beca del Consejo Británico con la intención de estudiar cosmología en Oxford. Su paso por EEUU e Inglaterra, particularmente la inmersión en la vida cotidiana de dos sociedades desarrolladas, son fundamentales en la gestación de sus antipoemas.

En 1954 aparece su segundo libro: Poemas y Antipoemas, obra donde adopta definitivamente la línea que el propio Parra denomina antipoesía. El sistema antipoético incluye entre sus elementos un personaje antiheroico, humor, ironía, sarcasmo y un verso cuyo léxico y sintaxis no obedecen al modelo literario clásico de la poesía, sino al lenguaje cotidiano. En 1969 recibe el Premio Nacional de Literatura por Obra Gruesa, que publica ese mismo año.

Nicanor Parra ha sido postulado al Premio Nobel de Literatura en diversas ocasiones. La primera postulación oficial se produce en 1995, mediada por la Universidad de Nueva York. El segundo intento oficial lo encabeza la Universidad de Concepción en 1997 y tres años más tarde por Machitún-2000, que media la postulación con la Universidad de Chile. En 1991 se le otorga en México el premio Juan Rulfo. En 2000 recibe el Honorary Fellow de la Universidad de Oxford y el Doctor Honoris Causa de la Universidad del Bío-Bío.

El año 2001 recibe el Premio Reina Sofía de Poesía Iberoamericana, además del Premio Bicentenario de la Corporación Cultural de Chile y Universidad de Chile. Actualmente existen múltiples ediciones de sus libros en otros idiomas, como el inglés, francés, sueco, ruso, checo, finlandés y portugués.
Obras
* Cancionero sin nombre, 1937.
* Poemas y antipoemas, 1954.
* La cueca larga, 1958.
* Antipoemas, 1960.
* Versos de salĂłn, 1962.
* Manifiesto, 1963.
* Canciones rusas. 1967.
* Obra gruesa, 1969.
* Los profesores, 1971.
* Artefactos,1972.
* Sermones y prédicas del Cristo de Elqui, 1977.
* Nuevos sermones y prédicas del Cristo de Elqui, 1979.
* El anti-Lázaro, 1981.
* Poema y antipoema de Eduardo Frei, 1982.
* Cachureos, ecopoemas, guatapiques, últimas prédicas, 1983.
* Chistes para desorientar a la poesĂ­a, 1983.
* Coplas de Navidad, 1983.
* PoesĂ­a polĂ­tica, 1983.
* Hojas de Parra, 1985.
* Poemas para combatir la calvicie, 1993.
* Páginas en blanco, 2001.
* Lear Rey & Mendigo, 2004.
(wikipedia)

Frisco disse...

Picasso e as mulheres:
Quanto Picasso tinha um novo amor, este constantemente era retratado em suas telas, e quando este amor acabava, a figura de uma adoração do passado era distorcida e algumas vezes aparecia em suas pinturas como um monstro. As mulheres na vida de Picasso sabiam quando estavam sendo trocadas, simplesmente através da observação de seu trabalho.
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Picasso a eu plusieurs amours, quatre enfants de trois femmes et s'est marié deux fois. Dans sa jeunesse il a eu une longue relation avec Fernande Olivier. Celle-ci apparait dans plusieurs toiles de la période bleu et de la période rose. Après avoir aquis plus de popularité et une certaine fortune, Picasso laissa Fernande pour Marcelle Humbert, qu'il appelait Eva. Lorsqu'il est devenu évidant que Eva allait mourir, il la quitta elle aussi.

En 1918, Picasso se maria avec Olga Koklova, une ballerine de la troupe de Sergei Diaghilev. Olga introduisit Picasso dans la haute société et à tout ce qui touchait à la vie des riches des années 20 à Paris. Ils eurent un garçon nommé Paulo. L'insistance d'Olga sur la convenance sociale ne fonctionnait pas avec les tendances de Bohème de Picasso, et les deux vécurent dans un état constant de conflit. En 1927, Picasso rencontra la jeune Marie Thérèse Walter, et commença une relation secrète avec elle. Le mariage de Picasso et d'Olga se termina brusquement par une séparation, comme la loi française exigeait une division égale des propriétés en cas de divorce, et que Picasso ne désirait pas que Olga n'ait la moitié de sa richesse. Ils sont resté légalement marié jusqu'à la mort d'Olga en 1955.

Picasso a eu une relation de longue date avec Marie Thérèse, et ils eut une fille, Maya, avec elle. Marie Thérèse a vécu dans l'espoir vain que Picasso l'épouserait un jour.

La photographe et peintre Dora Maar a aussi été une constante compagne de Picasso. Les deux ont été très proche durant les années 30 et 40. C'est elle qui se chargea de la documentation de la Guernica.

Après la libération de Paris en 1944, Picasso commença à se tenir en compagnie de la jeune étudiante en art, Françoise Gilot. Ils sont tombé en amour et eurent deux enfants, Claude et Paloma. Françoise fût l'unique, parmi les femmes de Picasso, qui le laissa, en 1953, dû à ces traitements abusifs et à ses infidélités.

Il est passé par une période difficile après le départ de Françoise. Il se percevait comme un vieil homme, maintenant, dans agé de 70 ans, qui n'était plus attirant, mais plutôt grotesque aux yeux des jeunes femmes.

Picasso ne resta pourtant pas seul longtemps. Il trouva une nouvelle compagne, Jacqueline Roque. Elle travaillait chez Madoura où Picasso a réalisé et peind plusieurs céramiques. Les deux sont resté ensemble durant tout le reste de la vie de Picasso et se sont marié le 2 mars 1961 à Vallauris. Ils s'installèrent ensuite à Notre-Dame-de-Vie à Maugins.

Le 8 avril 1973, à l'âge de 91 ans, il meurt dans sa maison de Notre-Dame-de-Vie à Maugins. Il est enterré au château de Vauvenargues.
( Traduit de l'anglais par Sylvain Bilodeau)